Entrando no embalo do último texto da Bruna, resolvi dar a minha humilde opinião sobre o tema educação. Isso porque estou movida pela inspiração tirada da minha aula de didática que tive agora de manhã.
A questão discutida foi o tal do exame, o método de avaliação mais popular entre as escolas brasileiras, foi aberta a seguinte discussão, seria o exame a melhor forma de avaliar o aluno?
Eu acredito que há sim uma massificação do ensino, o importante hoje é o número de alunos que estão matriculados na escola, e não a qualidade do aprendizado. Então nada mais fácil que dar uma prova sobre o conteúdo “trabalhado” e se atingida à média, ótimo, se não, está reprovado.
Esse sistema já foi substituído pelos ciclos, onde não existem exames. O resultado foi pior ainda, provando que a preocupação não é com o conhecimento adquirido, e sim com um mero número, que pra muitos, significa se a pessoa é inteligente ou burro, se estuda ou não. Com esse sistema de ciclos, teve gente que chegou ao colegial sem nem saber ler, sem saber tabuada... O.O
Eu cheguei à conclusão que a educação aplicada nas escolas de hoje no Brasil é uma questão muito mais complexa pra ser limitada ao método utilizado pelas escolas no ensino. Teve muita gente que concorda que deve sim existir as tais provas e que como vivemos numa sociedade seletiva a escola nos prepara para as futuras competições. Ok, eu concordo com o sistema de exames, principalmente no Brasil, onde tudo que é facilitado vira acomodação! Mas dizer que temos que aceitar essa realidade de que tudo é uma competição, e que temos que ser superiores me deixa com uma sensação de derrota! Eu ainda não cheguei ao cumulo do egoísmo de me preocupar apenas com o meu próprio umbigo e o resto do mundo que se exploda! Porque o certo não seria todo mundo ter uma vaguinha na Universidade?! Eu não estou dizendo que deveria ser fácil assim fazer um curso superior, se não que tipo de profissionais sairiam de lá não é mesmo?! Então eu concluo que o problema está na raiz da coisa, desde o começo o aluno deveria receber um ensino de qualidade e ser avaliado sim, afinal se o conteúdo foi dado de forma que exista aprendizado, o professor tem todo o direito de comprovar isso. É como acontece nas escolas dos EUA, o colegial tem grande importância, pois é o desempenho do aluno durante esses quatro anos que vai inseri-lo em uma universidade, e não uma prova como o vestibular que na maioria do tempo só sabe aterrorizar os estudantes e encher os bolsos das escolas particulares. Porque querendo ou não, passa no vestibular quem sabe mais, e quem sabe mais é quem viu mais, e uma escola particular com certeza têm mais recursos pra adiantar o conteúdo, os ritmos das escolas são diferentes, e isso prejudica muito quem não tem condições de pagar uma educação de qualidade, coisa que todo mundo deveria receber GRATUITAMENTE. É muito difícil medir o conhecimento de alguém em dois dias e por uma única prova, por exemplo, comigo, quando eu fui fazer o ENEM, minha mãe comprou uma garrafa de água com gás sem querer, e eu sacolejei a garrafa de tudo quanto é jeito, no meio da prova veio aquela sede insaciável, gente, foi um King Kong, um mico que marcou a minha vida pra sempre, imagina o maior silêncio dentro da sala, e a garrafa explodindo na minha cara, e molhando toda a minha mesa, que condições que eu tinha de continuar aquela prova?! E provavelmente quem corrigiu não levou em conta esse acontecimento, até porque não fazia idéia dele (isso se ele não reparou a prova toda molhada!)
O pior de tudo é o nosso querido governo inserir o sistema de cotas e o PROUNI, como se fossem resolver algo no final do processo, gente, o problema está na raiz, imagine só uma pessoa que não sabe nem ler entrando em uma universidade... tsc,tsc
E olha que eu já presenciei casos...
Acontece que ninguém vai querer mudar essa realidade, porque quem lucra com isso são os poderosos, os que têm o controle de tudo, porque eles querem é uma sociedade cada vez mais ignorante, e sem o mínimo de senso critico pra continuar votando neles, mas dizer isso aqui é “chover no molhado”...
Outra coisa, eu também não sou a favor dessas escolas particulares que aterrorizam seus alunos com o tal vestibular, e bitolam as pessoas a ponto delas não fazerem nada a não ser estudar, outra vez tomando como exemplo os EUA (querendo ou não a educação de lá está anos luz a frente da nossa), além das matérias básicas, existem muitas atividades extracurriculares, como teatro, música, esporte... Qualquer um que já assistiu a um filme adolescente na sessão da tarde sabe disso, e isso é bom, pois é um incentivo a cultura, ao esporte e etc. E não deixa o coitado comendo livros de matemática e tomando litros de café!
Já aqui, o incentivo ao esporte dado nas escolas públicas é uma quadra caindo aos pedaços e uma bola murcha, e joga quem já chegou lá sabendo jogar, porque eu nunca tive professor que me ensinasse a manusear uma bola...
Sinceramente, eu acho que a mentalidade do brasileiro ainda não está preparada para uma mudança nesse sistema falido de educação, eu duvido muito que todos os alunos começariam a se preocupar com o conhecimento em prol da sabedoria e se esforçaria, sabendo que não vai ter que enfrentar lá na frente milhares de concorrentes.
Galera, a questão é polemica, há muita coisa ainda pra ser discutida, mas o texto já ficou enorme, e eu duvido que alguém vai ler até aqui, isso se eu tiver leitores. XD
Mas ainda pretendo falar mais sobre isso aqui!
ana
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
Educação começa antes do primário... não depois do colegial!

Bom o meu post de hoje pode não agradar muitas pessoas, mas eu preciso muito dividir a minha opinião, porque eu tenho certeza que assim como muitas pessoas não irão concordar com nada do que eu vou dizer, eu sei que muita gente também vai se identificar com o meu texto.
Uma coisa que me deixa intrigada é o fim do colegial e os anos que se seguem depois que esses benditos longos 3 anos terminam. Todos aqueles alunos que "matavam" aula sem moderação, e que ao invés de deixar tudo para a última hora, decidiam mesmo era não fazer nada, de repente são tomados por um desejo absurdo de se tornar universitários.
Eu sempre me perguntei se eles queriam mesmo era continuar matando aula e não fazendo nada, mas isso eu acho que não vou descobrir tão cedo, porque eu não desenvolvi ainda a cara de pau necessária para tal pergunta.
Mas é interessante também que alguns desses estudantes problemáticos no ensino superior se tornam alunos exemplares, podem ser considerados até Nerds. Estranho demais.
E é dai que vem o meu sentimento de repulsa pelas instituições de ensino superior particulares. Não tenho nada contra a metodologia deles ou os professores, alguns realmente valhem a pena. O problema mesmo é que essas "universidades" facilitam demais a vida desses indivíduos, que não só passaram o colegial, mas também como toda a vida escolar levando tudo nas "coxas", e depois pegam uma bolsa (ou não) em qualquer faculdade particular e começam a achar que são "doutores" em qualquer coisa.
Durante o meu curso na faculdade, eu tive oportunidade de ler muito sobre educação, até mesmo porque eu curso letras, e pude perceber o quanto o processo educativo vai além do ingresso ao ensino superior, seja ele particular ou não. A educação começa muito antes da escola.
E sinceramente eu não consigo levar a sério esses estudantes, infelizmente. Eu continuo a acreditar que o mais importante desse período pré-universitário, que é moldar e desenvolver o senso crítico do indivíduo e o seu interesse pelo conhecimento, muitos deles ( eu disse muitos, alguns ainda conseguiram, porque provavelmente eles eram só revoltados com a escola, e no fundo se interessavam pelos estudos sim) não atingiram, e infelizmente são essas criaturas simpáticas quem serão os profissonais do futuro.
Nesse momento eu só tenho uma palavra na mente: Boring
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Back Together!

Eu não pretendo fazer daqui um lugar pra fofocas, mas um fofoquinha de vez em quando faz bem.
Outro dia estava eu no computador e a minha mãe assistindo televisão, quando percebo que ela parou de passar os canais e deixou na TNT, dei uma olhada pra ver que filme estava passando, "Diário de uma Paixão", mais meloso impossível, se os protagonistas não fossem Rachel McAdams e Ryan Gosling, certeza que o filme não teria feito o sucesso que fez, e eu não teria gostado, teria dito que a estória era batida, que era só mais um filme de amor impossível e etc. Resolvi parar o que estava fazendo no PC (provavelmente não era nada), e assistir o filme. A química Ryan e Rachel é simplesmente fodástica, tanto que o casal se tornou real, e meu único pensamento era "porque diabos esses dois não estão mais juntos?", foram feitos um pro outro, durante o filme você realmente acredita que eles estão apaixonados, o melhor é o respeito que há entre o casal, relação de dar inveja...
Tempos depois dessa minha revolta pelo término do casal, fuçando nos fotologs da vida, encontro uma foto saída do forno de Ryan e Rachel tomando café da manhã juntos em Toronto, na última quinta-feira.Tudo bem que meio mundo já deve estar sabendo disso, mas eu não podia deixar de comentar aqui, porque além de achar que o casal tem tudo a ver, impressionante eu ter ficado sabendo disso poquissimo tempo depois da minha indignação enquanto assistia o filme (como se alguma coisa tivesse a ver com a outra... :p)
Da-lhe Rachel e Ryan!
ana
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
So Bored...

Como a Ana dispensou apresentações no seu primeiro post, eu não só vou dispensar também, como vou desabafar no meu primeiro post. O objeto da minha indignação é simplesmente o longa "Batman: O cavaleiro das trevas". Sinceramente eu ouvi tanto sobre o filme, e como eu sou uma cinéfila assumida, eu estava com uma espectativa muito grande. E para falar a verdade Blockbusters não me atraem em nada, mas eu estava disposta a dar uma chance ao "cavaleiro das trevas", principalmente pelo Cristian Bale ( que é lindo!) e pelo Heath Ledger, que eu sempre considerei uma grande ator.
Então quando eu finalmente assisti o filme eu tive uma tremenda decepção! Sinceramente, foi muito melhor ouvir falar sobre o filme, e até mesmo ler comentários e resenhas sobre ele do que de fato o assistir em si. Não que eu esteja falando que o filme é terrível ou coisa parecida, é que eu esperava tanto... Gente eu pensei que o "Coringa" fosse dominar o filme, ia fazer o Batman DESAPARECER, mas que nada, eu fiquei foi esperando o Coringa aparecer. Eu acho que se juntarem todas as cenas dele, chegam a uns 20 minutos (eu acho que depois vou fazer isso, só para tirar a prova), eu digo juntarem as cenas do Coringa, não as do Batman. E o pior é que eu li uma entrevista com o diretor dizendo que fez questão de aproveitar todas as cenas do Coringa, ainda bem né, porque senão ia ser menos Coringa ainda...
Outro dia eu ouvi uma coisa tão absurda, eu ouvi uma menina falando que o Heath suicidou porque entrou demais na onda do personagem e ficou deprimido! Sinceramente só o pobre Heath (e provavelmente Deus) sabe a verdade, mas na hora que eu ouvi isso quem quase cometeu suicidio fui eu ( sério, não teve graça nenhuma =/).
Ah, mas eu acho que a gente não pode depositar muita fé nos Blockbusters de hoje em dia não, porque é só decepção, nem para roubar a cena dos personagens principais ele prestam mais...
NOTA: E eu não aguento mais ver "Why so serious?" em tudo quanto é lugar...
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
Happy B-Day James!

Todo mundo sabe que começar a escrever um texto não é fácil, a gente nunca sabe por onde começar, o pior é ter que começar um texto para o primeiro post de um blog, então resolvi pular essa introdução do primeiro post pra outro dia, quem sabe assim fica mais fácil!XD
Já que hoje é aniversário do James Marsters (aka Spike de Buffy, a Caça Vampiros) resolvi fazer uma pequena homenagem a ele que hoje completa, (pasmem), 46 anos 0.0
Meus parabéns ao senhor James, e para quem ainda não sabe o próximo papel dele é o vilão Lord Piccolo do filme Dragonball, que tem estréia pra 2009.
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