Começei o ano novo bem demais! Segunda fui pra Araguari, cidade ao lado da minha. Combinei com a Pri que iria passar a virada com ela. Desde que entrei no carro e coloquei o pé na estrada foi só ralação correndo atrás dos preparativos pra festa. Terça foi o dia inteiro de supermecado a supermecado, loja a loja, comprando tudo que iria precisar pra fazer a festa bombar. Quarta então, passamos o dia cozinhando, decorando e preparando os drinks, que também não poderiam faltar, rs. Mas tudo isso teve um resultado MARA! Galera, a festa ficou linda, o repertório musical então nem se fala, o tema era anos 60 pra frente, então imaginem, Roberto Carlos, It's Raining Man, I'll Survive, Michael Jackson, Macho Macho Man, MACARENA! Pra dançar até cair mesmo. E a batida de chocolate... Que delicia, foi embora em segundos de festa, rs.
Quarenta pessoas muito bem servidas, demos conta do recado né Pri?! Só tenho que agradecer por um começo de ano tão bom. até café da manhã foi combinado de ter. A Pri chegou em casa 6 da manhã!0.O
Eu dei um jeito de ir as duas e meia, se arrependimento matasse... Infelizmente eu fico cansada muito fácil, mas o tempo que fiquei deu pra ser inesquecivel. Fora a batida de cabeça na cama! Tava escuro e na hora que fui deitar na beliche dei uma cabeçada, tava com tanto sono que nem fui ver se tinha machucado, acordei sangrando, rs.
O dia primeiro também foi uma delicia, retornamos pra dar uma geral na bagunça, comer o que sobrou (muito sorvete!), conversar, ver filme... Enfim bom demais! Até pegar carona no carro da Vanessa com super lotação, tadinha! A Vanessa é MARA!
Deu pra sentir que 2009 começou bem né?! E começou mesmo, nos próximos textos vou contar sobre as aventuras e micagens do dia 2 e 3 em uberlândia!
bjos
e HAPPY NEW YEAR!
sábado, 3 de janeiro de 2009
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Dias Incríveis

Hey people!
Sexta-feira foi meu primeiro dia de férias, e nada como inventar um passeio pra aproveitar a emoção, porque só Deus sabe o que eu passei esse período...
Sexta-feira foi meu primeiro dia de férias, e nada como inventar um passeio pra aproveitar a emoção, porque só Deus sabe o que eu passei esse período...
Então, faz um tempo que eu tinha marcado com a Priscilla, minha amiga fotógrafa, de fazermos um passeio fotográfico, passeio que nunca saia por causa da faculdade. Acabou que ficou pra sexta, ela veio de Araguari aqui pra minha casa em Uberlândia e decidimos ir ao parque do sabiá, lugar que eu não ia há 10 anos, sério, a última vez que fui tinha nove anos de idade.
O primeiro obstáculo é que não sabíamos como chegar ao tal parque que é relativamente perto da minha casa, a solução foi pedir ajuda do Google Map, até localizar o meu bairro foi um custo, imagina achar o parque então... Anotamos as ruas que nos levaria ao nosso destino, mas é aquela história, a teoria é uma coisa, a prática é outra! As ruas que anotamos pareciam não existir, a gente deu uma volta imensa, coisa de gente perdida mesmo, paramos em uma farmácia e pedimos informação, o cara mais perdido que a gente não fazia idéia do que a gente tava falando, do outro lado da rua tinha uma locadora, a mulher disse que a gente tinha que subir, e lá fomos nós, subimos, subimos, subimos... Quando não tinha mais o que subir resolvemos pedir informação pra uma moça no ponto de ônibus no meio do nada, ela disse que a gente tinha que descer... : (
Descemos a maior ladeira da cidade até chegar no meio do mato, deu pra ouvir os coros de aleluia ao avistarmos uma lagoa, é claro que soltamos o grito: O PARQUE!
Até que enfim... O problema agora era por onde que a gente entra, foi mais uma vida pra achar o portão de entrada, minto, foi meia vida!
Até que enfim... O problema agora era por onde que a gente entra, foi mais uma vida pra achar o portão de entrada, minto, foi meia vida!
Agora falando sério, quando finalmente entramos, que lugar bonito viu, dez anos da pra esquecer muita coisa, não fazia idéia de como era grande e que paisagem... Lugar perfeito pra fotografar, eu e a Pri fizemos a festa, cada uma com a sua câmera na mão dando pinta de profissionais. Depois de fotografar muito de um lado da lagoa a gente queria ir pro outro lado, como deu pra perceber não temos o menor senso de direção, pegamos um “atalho” através de uma ponte que a Priscilla quase morreu de medo pra atravessar, só sei que fomos parar em lugares que tavam mais pra cenário de filme de terror estilo “Pânico na Floresta” do que qualquer outra coisa! Até chegamos em uma pista onde o pessoal caminha, corre... O lugar é bem mágico, do nada no canteiro ao lado da pista eu avisto um coelho cinza saboreando uma cenoura, e a Pri grita UM COELHO, só que ela tinha visto um branco, coisa mais fofa, é claro que tiramos um zilhão de fotos! Além dos coelhos, tinha um gatinho no meio da pista, a Pri foi tirar foto dele, até pose o bicho fez, mas ele foi chegando mais perto e jurei que ia pular em cima dela. Além de gatinhos, tinha gatões praticando um cooper, mas esses infelizmente não nos atacaram, just kidding! Claro que tbm tinha uns cinquentões sem noção correndo sem camisa, derretidos, se é que vocês me entendem, rs.
Depois de muitas fotos, baterias descarregadas e um risco de chuva, resolvemos ir embora, o problema agora era por onde sair, como eu já disse o parque é gigantesco, e não fazíamos idéia de onde era o portão de saída, a gente não sabia como voltar por onde entramos, depois de andar muito pela pista totalmente desidratadas, avistamos um portãozinho que dava pra uma rua muito suspeita, mas como estávamos desesperadas pra sair dali logo resolvemos sair por ali mesmo. Só sei que chegamos numa rotatória, não sabíamos de subíamos uma rua que parecia dar no lugar por onde chegamos, ou se seguíamos reto por uma avenida que parecia uma famosa aqui de Uberlândia, a Rondon Pacheco. Foi ai que eu olhei pra cima e vi o hotel que fica perto da minha casa, o Plaza, dei um grito no ouvido da Pri e disse pra ela pra seguir o Plaza! Que idéia estúpida a minha, a avenida gigante e sem calçada, tivemos que passar por aqueles canteiros entre uma pista e outra, e quanto mais andávamos o Plaza parecia mais distante... O melhor era a cara das pessoas dentro dos carros, olhando pra gente com cara de pena.
Galera, o texto ta enorme, então vou deixar pra contar o resto da aventura no próximo post, espero que alguém tenha chegado até aqui!
bjos
domingo, 14 de dezembro de 2008
Elephant Gun - Beirut

If I was young, I'd flee this town
I'd bury my dreams underground
As did I, we drink to die, we drink tonight
Far from home, elephant gun
Let's take them down one by one
We'll lay it down, it's not been found, it's not around
Let the seasons begin - it rolls right on
Let the seasons begin - take the big king down
Let the seasons begin - it rolls right on
Let the seasons begin - take the big king down
And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the night
And it rips through the silence of our camp at night
And it rips through the silence, all that is left is all that i hide
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Lenda Urbana
Hey Folks!
Super sumida daqui né?! Pois é, isso se chama final de semestre e... Falta de criatividade!
Dias atrás estava almoçando na casa do meu primo, e ele me contou uma história pra lá de cabeluda, disse que uma menina estava saindo com um médico de um hospital daqui e pegou um fungo que só dá em cadáveres, o médico foi investigado e descobriram que ele praticava necrofilia! Eu posso com isso? Pior que acreditei na hora, e não passou nem uma semana e mais pessoas vieram me contar o caso, eu passei horas na internet tentando achar algo sobre o ocorrido, pesquisei até no jornal local daqui! Até que... Descobri que essa história aconteceu não só aqui, como em Goiânia e não sei mais aonde! Não passa de uma lenda urbana pra enganar trouxas como eu!
Super sumida daqui né?! Pois é, isso se chama final de semestre e... Falta de criatividade!
Dias atrás estava almoçando na casa do meu primo, e ele me contou uma história pra lá de cabeluda, disse que uma menina estava saindo com um médico de um hospital daqui e pegou um fungo que só dá em cadáveres, o médico foi investigado e descobriram que ele praticava necrofilia! Eu posso com isso? Pior que acreditei na hora, e não passou nem uma semana e mais pessoas vieram me contar o caso, eu passei horas na internet tentando achar algo sobre o ocorrido, pesquisei até no jornal local daqui! Até que... Descobri que essa história aconteceu não só aqui, como em Goiânia e não sei mais aonde! Não passa de uma lenda urbana pra enganar trouxas como eu!
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Fale Com Ela

Almodóvar nunca me decepcionou, e não foi diferente com "Fale Com Ela". Não sei porque demorou tanto tempo pra eu assistir essa bela película.
"Uma tragédia em comum une dois homens desconhecidos até então, quando eles precisam cuidar de duas mulheres que estão em coma no hospital."
Achei essa sinopse bem fraca na internet, mas serve como ponto de partida.
Benigno é um enfermeiro dedicado que passa seus dias por conta de Alicia, em coma há quatro anos. Marco é um jornalista argentino, mantém uma relação com a toureira Lydia, que em uma de suas touradas é antigida e também levada ao coma. E a partir disso nasce a amizade entre os dois homens.
No decorrer do filme Benigno revela que mora em frente a academia de balé em que Alicia tomava aulas, e que mantinha um amor platônico antes dela sofrer o acidente.
O que me chamou atenção é o contraste entre as histórias de Benigno e Marco, o primeiro que nunca teve oportunidade de conhecer Alicia a fundo, consegue perfeitamente lidar com a nova situação dela, se dedicando até mesmo de uma maneira exagerada a moça, sempre falando com ela. Já Marco que antes se relacinou com Lydia, não consegue nem mesmo ajudar a carregá-la, muito menos falar com ela.
É engraçado como tudo leva a sentirmos raiva de Benigno, mas isso é impossivel, apesar dos acontecimentos, que só vendo o filme pra saber, penso se não foi toda a dedicação do enfermeiro que ajudou Alicia.
E o principal não é a relação dos casais, mas sim o laço de amizade que se estabelece entre os dois homens. Para Benigno de grande ajuda, pois ele sempre foi um garoto solitário, que passou sua vida cuidando de sua mãe doente. Um homem com extremas dificuldades de se relacionar como manda a sociedade, tudo o que o Benigno faz nos levar a crer na pura ingenuidade do rapaz. Então é claro que o monólogo entre ele e Alicia cai muito bem para uma pessoa como ele, acostumado a nunca ter um retorno.
Destaque para as referências brasileiras.
bjos
ana
domingo, 23 de novembro de 2008
E depois da Janta... A sobremesa

Gente, o Brasil já sabe, eu que ando desligada das fofocas. Ontem eu estava a procura de noticias sobre um show que o Marcelo Camelo (ex- Los Hermanos) supostamente faria aqui em Uberlândia ao ar livre e de graça, lógico que eu tava doida pra ir, but o cara não vem mais. Ok, isso não importa, já sobrevivi 19 anos sem shows bons!Durante a minha procura fiquei sabendo que tava rolando um boato que ele, o Marcelo, estaria namorando a MALLU MAGALHÃES!O.0
Ele 30, ela 16... Pode parecer preconceito, mas não é, o problema nem é a idade, mas se alguem aqui já viu as entrevistas da Mallu, sabe que ela é muito infantil, e o Marcelo sempre quis passar uma imagem de inteligente, culto...Hoje eu abro a pagina do MSN e eles assumiram o namoro... Pois é...
bjos
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
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